Forma simples de colaborar com o meio ambiente

São muitos os usuários de pilhas e baterias. Porém, são ainda poucos os que se preocupam em dar um destino ecologicamente correto para elas e acabam jogando-as fora no lixo comum, o que é maléfico ao meio ambiente.

O maior problema das pilhas e baterias comuns é a quantidade de metais pesados em sua composição, como: chumbo, cádmio e mercúrio, além de manganês, cobre, níquel cromo e zinco. Por ser bioacumulativo, esse material, quando depositado em lixões e aterros sanitários, pode vazar e contaminar o lençol freático, o solo, os rios e os alimentos, e, desta forma, gerar danos às pessoas e animais.

Aproximadamente 1,2 bilhões de pilhas secas (zinco-carbono) e alcalinas (hidróxido de potássio ou de sódio – zinco) e 400 milhões de baterias de celular são comercializadas anualmente no país. Os dados são da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).

Papel, plástico, vidro, alumínio já são expressivamente reciclados no Brasil. Contudo, reciclar pilhas e baterias esgotadas ainda não está no cotidiano do brasileiro. As pilhas e baterias quando recicladas geram insumos que são utilizados na indústria de refratários, vidros, tintas, cerâmicas e química em geral. Por isso, é importante a existência de programas de reciclagem para incentivar e conscientizar os cidadãos a respeito da correta destinação desse tipo de material e como ele pode ser reaproveitado.

O Grupo Santander Brasil, pensando no baixo índice de reciclagem de pilhas, desenvolve o Programa Papa-Pilhas, que recolhe todo tipo de pilhas e baterias usadas em lanternas, rádios, controles remotos, relógios, celulares, telefones sem fio, laptops, câmeras digitais e outros aparelhos portáteis.

Os consumidores depositam o material em coletores certificados e uma empresa especializada faz o transporte seguro do conteúdo até a Suzaquim, empresa localizada em Suzano, região metropolitana de São Paulo, que se encarrega da reciclagem.

Os coletores Papa-Pilhas ficam disponíveis à população nas agências bancárias do Grupo Santander Brasil, além de empresas, universidades e outras organizações parceiras.

Em 2009, foram recolhidas 155,5 toneladas destes materiais em 2.068 pontos de coletas em todo o Brasil. Isto representa um aumento de 22,49% no volume coletado, comparado a 2008. O crescimento do programa demonstra que vem crescendo o engajamento da população com a necessidade de descartar corretamente pilhas, baterias e celulares, e com isso colaborar com a preservação o meio ambiente.

Confira as dicas sobre o uso correto de pilhas e baterias:

Colocar pilhas na geladeira não aumenta a carga, ao contrário, quando expostas ao frio ou calor o desempenho pode piorar.

Na hora de trocá-las em um equipamento, substitua todas ao mesmo tempo.

Retire-as se o aparelho for ficar um longo tempo sem uso, pois podem vazar.

Não misture pilhas diferentes (alcalinas e comuns; novas e usadas). Isso prejudica o desempenho e a durabilidade.

Prefira as pilhas e baterias recarregáveis ou alcalinas. Apesar de custarem um pouco mais, têm maior durabilidade.

Guarde as pilhas em local seco e em temperatura ambiente.

Nunca guarde pilhas e baterias junto com brinquedos, alimentos ou remédios.

Não exponha pilhas e baterias ao calor excessivo ou à umidade. Elas podem vazar ou explodir.

Pelas mesmas razões, não as incinere e, em hipótese alguma, tente abri-las.

Nunca descarte pilhas e baterias no meio ambiente e não deixe que elas se transformem em brinquedo de crianças.

Evite comprar aparelhos portáteis com baterias embutidas não removíveis.

Compre sempre produtos originais. Não use pilhas e baterias piratas.

Fonte: Reação Ambiental

Primeiro trecho da ciclovia da linha esmeralda da CPTM foi inaugurado

Dia 27 de fevereiro foi entregue o primeiro trecho da Linha Esmeralda de trem da CPTM – cidade de São Paulo.

A pista liga as proximidades da estação Autódromo à Vila Olímpia. A previsão é de que até o final deste ano outros seis quilômetros de ciclovia sejam entregues, chegando até a estação Villa Lobos/Jaguaré, com um total de 20 quilômetros de extensão.

Neste primeiro trecho de ciclovia, os ciclistas têm dois acessos: o acesso sul, pela avenida Miguel Yunes, próximo à ponte Jurubatuba, [entre as estações Jurubatuba e Autódromo]; e o acesso pela passarela da Emae [Empresa Metropolitana de Águas e Energia], junto à estação Vila Olímpia. O trecho estará aberto à circulação diariamente, das 6h às 18h.

A Ciclovia, que nasceu de uma parceria entre a CPTM e a Emae, tem um estacionamento para 48 automóveis ao lado do acesso sul para os ciclistas que forem até o local de carro. Outra novidade são os dois Pontos de Apoio ao Ciclista, disponíveis no acesso sul, próximo à estação Jurubatuba, e no acesso da estação Vila Olímpia. Os “Pontos” contam com banheiros, ambulatório e espaços para troca de pneus e manutenção das bikes. Há também um ponto de descanso próximo à estação Santo Amaro, que conta com banheiros químicos e bancada para reparo das bikes.

A segunda fase da obra, que tem previsão de início no segundo semestre, contempla a implantação de passarelas para acesso à ciclovia.

O local definido para a implantação da ciclovia foi escolhido por existir uma área disponível entre a via da CPTM e o rio Pinheiros, ao longo da Linha 9-Esmeralda. Para que o trecho pudesse receber os ciclistas com segurança, foi feita a recuperação da pista, vedação de 12 quilômetros de faixa ferroviária em gradil, e de proteção de 14 quilômetros junto à margem do rio, além da implantação de comunicação visual nesse primeiro trecho entregue à população.

Para facilitar a chegada dos usuários à faixa destinada às bicicletas, a CPTM construiu um desvio próximo à Usina da Traição, com adaptação da passarela, escadaria e portaria de acesso à ciclovia.

Fonte: CPTM

Volta às aulas consciente



A Kalunga promove campanha inédita em suas lojas. Cada quilo de caderno usado vale R$ 0,35 na compra de cadernos novos e do papel Chamequinho.
Conceitos de cidadania e respeito ao ambiente podem ser aprendidos em todo lugar, a qualquer hora, seja em ações mais sofisticadas, com selo e carimbo oficiais, seja nas mais simples, como numa compra de material escolar. Este último exemplo vem da Kalunga que está promovendo em suas 45 lojas um trade-in inédito, com a proposta de contribuir para a preservação da natureza. Até 30 de março, um quilo de cadernos velhos garante um desconto de R$ 0,35 na compra de cadernos novos e do papel cortado Chamequinho, produzido pela International Paper (IP).
O material arrecadado é vendido ao aparista, que o encaminha para a reciclagem. O arame da espiral vira sucata de metal, enquanto o miolo (a parte mais nobre) e a capa dão origem à massa de celulose e, posteriormente, a novos cadernos. Esse procedimento, indiretamente, contribui para a preservação da natureza, pois vai impedir que novas árvores sejam cortadas. “Nosso cuidado é alertar o cliente e o público em geral para a importância da preservação da natureza; é criar no cidadão uma consciência ambiental; daí o slogam da campanha ‘Volta às aulas consciente’”, comenta Paulo Garcia, diretor de marketing da Kalunga.
Com esta promoção, a Kalunga também ajuda, indiretamente, a ala­vancar a indústria da reciclagem, uma das que mais crescem no País. Embaladas pelas campanhas ambien­tais, várias empresas estão se voltando para esse importante segmento. Para se ter uma idéia, pro­dutos reci­clados ganham cada vez mais espaço no mercado, tanto que nas lojas da Kalunga estão entre os que mais crescem em vendas. No último ano, as vendas de material proveniente da reciclagem (cadernos, agendas e papel cortado) cresceram em torno de 150%.
Na Kalunga, além desse material, o usuário encontra linhas completas de cadernos produzidos pela Spiral do Brasil para atender a um público de 0 a 80 anos. Linhas “Pé de Moleque”, “Pop Pet”, “Moran­guinho” e “Senninha”, para a turma do pré-primário e primário; e “Imagem & Mensagem”, “For Girls”, “Femmina”, “Hard Cover Music” e “Sepultura”, para o público adolescente e universitário. O papel Cha­me­quinho, para copiar e escrever, um dos mais solicitados no volta às aulas, integra o elenco de papéis cortados produzidos pela International Paper, um dos principais parceiros da Kalunga. Sack (serviço de atendimento ao cliente Kalunga) fone: (11) 3346-9966 ou 0800 0195566
Site: http://www.kalunga.com.br/

Hora do Planeta 2010

Em março de 2010, o Brasil mais uma vez participa oficialmente da Hora do Planeta. No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30, diversos ícones do País serão apagados por uma hora para mostrar a nossa preocupação com o aquecimento global.

No Brasil, o apagar das luzes representa um sinal claro aos governos de que a população quer o fim dos desmatamentos, responsável por mais de 70% das emissões de gases de efeito estufa do país. Também significa que o Brasil está alinhado com o resto dos países participantes, que também clamam pelo controle das emissões de forma a manter o aquecimento global em torno dos 2oC, como preconizado pela comunidade científica.

Em 2009 o Reação Ambiental também participou desse movimento apagando as luzes e convidando os seus leitores a fazer o mesmo. Esse ano vamos repitir nossos esforços para mobilizar ainda mais pessoas em favor dessa causa!

Convide seus amigos também a participar. Faça bem para o planeta, faça o bem pra todo mundo!

Fonte: Reação Ambiental


E não se esqueça : a A Hora do Planeta 2010 será no dia 27 de março às 20h30.

Abraços.


Camisa "Pet" da Seleção Brasileira



Na tarde de ontem (25/02), em Londres a Nike apresentou a nova camisa número 1 da Seleção Brasileira, amarela, que será utilizado no amistoso da próxima terça-feira (02/03), também na capital inglesa.

A novidade é que o uniforme é feito de poliéster reciclado, a partir de garrafas Pet. Segundo a multinacional, ao usar esse poliéster para a linha de camisas dos times que disputarão a Copa 2010, a Nike vai evitar que cerca de 13 milhões de garrafas plásticas fossem enterradas em lixões ou aterros sanitários. Oito seleções utilizarão o uniforme no Mundial: Holanda, Portugal, Estados Unidos, Coréia do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Sérvia e Eslovênia.

A ação faz parte de uma filosofia da marca chamada “Considered Design”. Em sua essência, o conceito significa a redução ou eliminação de produtos tóxicos e resíduos, aumentando o uso de materiais ecológicos na produção, com a criação de produtos mais sustentáveis.

Fonte: Promoview

Olá...

Olá...

Depois de umas boas férias, estamos de volta !!!

Além de assuntos relacionandos ao meio ambiente, também postaremos outros assuntos e o blog será um canal de comunicação com a escola.

Também contamos com a sua participação e obrigado pelos acessos durante as férias !

Um abraço.

Férias ..

Estamos de férias...Em breve estaremos de volta!





Abraços !!